O Dia da Consciência Negra é comemorado no Brasil no dia 20 de Novembro, dia este em que Zumbi dos Palmares, líder abolicionista e revolucionário negro, foi brutal e covardemente assassinado em 1695, por liderar fugas e acolher em seu Quilombo, negros e indigenas que fugiam da escravidão.
Muitas pessoas são contra o Dia da Consciência Negra, ou acham que ele deveria ser substituído pelo Dia da Igualdade, mas, ao contrário do que boa parte dessas pessoas pensam, a data não foi criada com o objetivo de desmerecer outras etnias, muito pelo contrário, lutar para que os negros sejam finalmente inseridos em nossa sociedade é lutar por igualdade.
Os tempos da "Maju" (apresentadora do Jornal Hoje da Rede Globo) são absolutamente novos, houve um tempo em que não viamos negros com tanta frequência na televisão, nas novelas o papel dos negros reforçava o esteriotipo racial: a doméstica, o porteiro, o motorista, o traficante, o feiticeiro e o escravo. A própria educação colabora para o preconceito quando só ensina nas escolas a versão branca da história. É raro que se ensine na escola quem foram: Karukango, Luísa Mahin, Negro Cosme, Chico Rei ou Dragão do Mar.
Além disso, o negro, assim como outros não brancos, tem sua cultura demonizada, um exemplo disso, são as religiões de matriz africana, chamadas de "macumba". As divindades negras são chamadas de demônios. O cabelo dos negros, as roupas, as músicas, a comida, todas essas coisas tem na mente da maioria das pessoas uma conotação negativa. Tudo isso é o resultado de séculos de dominação e colonização européia, que resultaram em afastar as pessoas e até mesmo o próprio negro de suas raizes originais.
Por isso, este dia é tão necessário, primeiro, para que o negro se conscientize de sua negritude, segundo, para que os não negros reflitam sobre a necessidade da inclusão e do respeito ao negro, com tudo o que ser negro possa significar.
Hoje o dia é dedicado a memória da história negra e reflexão sobre a inclusão do negro em nossa sociedade.
Muitas pessoas são contra o Dia da Consciência Negra, ou acham que ele deveria ser substituído pelo Dia da Igualdade, mas, ao contrário do que boa parte dessas pessoas pensam, a data não foi criada com o objetivo de desmerecer outras etnias, muito pelo contrário, lutar para que os negros sejam finalmente inseridos em nossa sociedade é lutar por igualdade.
Os tempos da "Maju" (apresentadora do Jornal Hoje da Rede Globo) são absolutamente novos, houve um tempo em que não viamos negros com tanta frequência na televisão, nas novelas o papel dos negros reforçava o esteriotipo racial: a doméstica, o porteiro, o motorista, o traficante, o feiticeiro e o escravo. A própria educação colabora para o preconceito quando só ensina nas escolas a versão branca da história. É raro que se ensine na escola quem foram: Karukango, Luísa Mahin, Negro Cosme, Chico Rei ou Dragão do Mar.
Além disso, o negro, assim como outros não brancos, tem sua cultura demonizada, um exemplo disso, são as religiões de matriz africana, chamadas de "macumba". As divindades negras são chamadas de demônios. O cabelo dos negros, as roupas, as músicas, a comida, todas essas coisas tem na mente da maioria das pessoas uma conotação negativa. Tudo isso é o resultado de séculos de dominação e colonização européia, que resultaram em afastar as pessoas e até mesmo o próprio negro de suas raizes originais.
Por isso, este dia é tão necessário, primeiro, para que o negro se conscientize de sua negritude, segundo, para que os não negros reflitam sobre a necessidade da inclusão e do respeito ao negro, com tudo o que ser negro possa significar.

Comentários
Postar um comentário